Текст песни José Afonso — A morte saiu à rua
A morte saiu à rua num dia assim
Naquele lugar sem nome pra qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o pintor morreu
Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada há covas feitas no chão
E em todas florirão rosas duma nação
Naquele lugar sem nome pra qualquer fim
Uma gota rubra sobre a calçada cai
E um rio de sangue dum peito aberto sai
O vento que dá nas canas do canavial
E a foice duma ceifeira de Portugal
E o som da bigorna como um clarim do céu
Vão dizendo em toda a parte o pintor morreu
Teu sangue, Pintor, reclama outra morte igual
Só olho por olho e dente por dente vale
À lei assassina à morte que te matou
Teu corpo pertence à terra que te abraçou
Aqui te afirmamos dente por dente assim
Que um dia rirá melhor quem rirá por fim
Na curva da estrada há covas feitas no chão
E em todas florirão rosas duma nação
Текст добавил: Андрей Курышев
Краткое описание
Текст песни José Afonso — «A morte saiu à rua» описывает сцену на улицах, где смерть является центральным элементом. В песне описывается убийство художника и его месть через призыв к жестокости. Слова песни передают образы разрушения и возмездия, призывая к кровавой мести за утрату. Афонсу воспевает не только смерть художника, но и проклинает законы, которые позволяют такие ужасные деяния. Песня кончается с надеждой на лучшее будущее, где цветут розы на могилах, символизируя надежду на возрождение и новую жизнь после трагедии.